Pasta de dente

escovando-os-dentes-do-seu-cachorro

Depois do No Poo, do desodorante “da Bela Gil” e de usar óleo de coco para remover a maquiagem (atualmente tenho usado EXATAMENTE como usa um demaquilante: coloco um pouco em um algodão, passo no rosto e pronto – já tirei a maquiagem e hidratei o rosto!), cheguei na pasta de dente. Sim, resolvi me libertar das pastas com flúor.

Primeiro testei o creme dental Orgânico. Resultado: AMAY! O sabor é meio herbal, mas super bom, e a consistência… PERFEITA! Exatamente igual qualquer outra pasta de dente. Super recomendo. Inclusive, foi aprovado pelo namorado chato! Uhu!

Mas aí veio o problema: não encontrei mais pra vender em nenhuma loja aqui no Rio =/

Então, resolvi experimentar o gel dental de Calêndula, da Schraiber. E, assim: é ok. A consistência é a daquelas pastas de dente em gel meio transparentes, sabe? Mas o sabor não é exatamente o que esperamos de uma pasta de dente… É meio suave demais, sabe? Mas funciona.

Depois testei o Gel Dental Cativa e o gosto é ÓTIMO! Bem forte e refrescante. Mas a consistência… é muito líquido! Afff! Líquido, tipo, escorre-da-escova. Não curti isso.

Mas aí me deparei com essa receita:

6 colheres de sopa de óleo de coco

6 colheres de sopa de bicarbonato de sódio

25 gotas de óleo que você preferir, hortelã, menta (opcional)

1 colher de chá de estévia ou xilitol (opcional)

Como fazer:

Misturar todos os ingredientes em um recipiente pequeno até formar uma pasta.

Se preferir, aqueça o óleo de coco para ficar mais fácil (mas nesse calor carioca nem precisa!).

Fonte: Blog DeliYou

Gente! Funciona! Mesmo!

Passado o ~medinho~ de passar bicarbonato de sódio no dente, vi um vídeo da Meghan Telpner ensinando essa “experiência científica” em forma de clareador de dentes:

1 colher de bicarbonato de sódio

1 colher de vinagre de maçã

Água para enxaguar

Como fazer:

Com o dedo ou a escova de dente, espalhe uma fina camada de bicarbonate de sódio e esfregue suavemente.

Bocheche com um pouco de vinagre de maçã, tomando cuidado com a espuma que irá explodir/se formar na sua boca (não diga que eu não avisei: EXPLODE! Hehehe).

Quando a erupção terminar, cuspa o excesso de líquido e esfregue seus dentes com a escova, espalhando o que sobrou na sua boa.

Enxague e voilà!

:D

Fonte: Site da Meghan Telpner

(no vídeo, dá pra entender melhor como se faz)

Então, liberte-se você também das pastas de dente com flúor!

Para entender mais sobre os perigos do flúor, leia:

http://www.enxaqueca.com.br/enxaqueca/enx_fluor1

http://www.enxaqueca.com.br/enxaqueca/enx_fluor2

Produtos de Beleza Paleo (importados)

Infelizmente, essa lista é toda de marcas americanas… Enquanto a gente espera que surjam marcas similares aqui no Brasil e reza para que o dólar baixe, vamos sonhando com esses produtinhos:

Primally Pure

Primal Life Organics

Fat Face Skincare

Bambu Earth

Buffalo Gal Grassfed

Araza Beauty

Caroline’s Dream

Tasty Face Organics

Farm to Girl

Willow Rose

Ecology Skincare

Dragon Fly Traditions

Vintage Traditions

Summer Sky Organics

Green Pastures

 

Só para constar: lá nos USA eles já têm uma Certificação Paleo: http://paleofriendly.com/

(apesar de que nem todas essa marcas tem essa certificação)

O desodorante da Bela Gil

Então, não sei se você sabe, mas desodorante faz mal


Porque a maioria dos desodorantes contém alumínio, que está associado à maior incidência de câncer de mama. Os estudos ainda não foram 100% convincentes nesse ponto, mas não custa nada evitar, né? E não custa nada mesmo, uma vez que essa “receita de desodorante” que a Bela Gil postou no seu instagram é baratíssima!


Ingredientes:

½ de xícara de leite de magnésia

¼ de xícara da água

1 colher de chá de óleo essencial

Modo de fazer:

Misture todos os ingredientes num recipiente de vidro/spray, chacoalhando bem até ficar homogêneo.

Eu fiz em casa com óleo de Hortelã Pimenta (o único que eu tinha) e achei que ficou bom. Funciona por umas 8h, conforme avisado pela Bela no Instagram. Só achei que na 1ª mistura coloquei muito óleo essencial e, por ser Hortelã Pimenta, ficou refrescante DEMAIS! Mas não foi nada que acrescentar um pouco mais de água e um pouco mais de leite de magnésia não resolvesse…

Se fazer seu próprio desodorante for um pouco too much pra você, tem algumas opções de produtos sem alumínio vendidos no Brasil aqui.

Minha pão durice acha melhor gastar R$7 do leite de magnésia (que dura meses) + R$30 do óleo essencial (que dura quase a vida toda) 👍🏼

Sobre coragem e métodos minimalistas de lavar os cabelos

Então, depois de ler o Purely Primal Skincare Guide, da Liz Wolfe (musa!), tomei coragem e resolvi testar a técnica No Poo que ela ensina.

Coragem, sim, é necessário para lavar os cabelos. Principalmente com o método que a Liz ensina.

Nada a ver com aquela história de Co-Wash, de lavar o cabelo com condicionador. A Liz basicamente diz para não usar xampu.

Mas aí como faz? o_O

Não, não é desculpa para ficar suja! Eu lavo o cabelo, só não com xampu…

Eu estou lavando o cabelo com uma combinação de água, bicarbonato de sódio e vinagre de maçã.

no poo

Chocante.

Mas é óbvio que não é tudo junto!

É assim:

– Com o cabelo molhado, jogo uma mistura de 300ml de água com 1 colher de sopa de bicarbonato de sódio, esfrego o couro cabeludo e o comprimento. Enxaguo.

– Depois, passo uma mistura de 300ml de água com 1 colher de sopa de vinagre de maçã (coloco 2 gotas de óleo essencial para ficar com um cheirinho bom) e enxaguo logo em seguida.

E pronto!

Seco o cabelo normalmente e fico linda ;)

Na verdade, nos primeiros dias, foi meio estranho. Pra começar, comecei errando as medidas (#burradázeropraela). Mas logo que acertei a proporção de água x bicarbonato e água x vinagre, meu cabelo virou outro. Muito melhor, diga-se de passagem!

Meu cabelo sempre foi muito rebelde (tem vontade própria e cada dia tá com um humor diferente), mas quando lavo com o No Poo percebo que ele fica bem mais comportado! Se seca ao natural, fica cacheado, mas um cacheado bonito e usável (ao contrário do cacheado indefinido de antes). Quando seco com secador, ele fica liso. Antes, podia secar com secador, fazer escova, passar a ferro e whatever, que ele ficava do jeito que ele queria.

Não abandonei 100% o xampu e o condicionador. Ainda estou usando meus produtos (orgânicos) de antes, mas só 1 vez por semana. E, como a Liz já havia avisado no blog dela, quando eu lavo, ele fica mega maravilhoso! Parece coisa de salão!

Além dessas vantagens estéticas, bicarbonato de sódio e vinagre de maçã são mais baratos do que a maioria dos xampus e condicionadores (os que prestam e os que não prestam). Além de $$$, também ando economizando tempo com essa técnica: deixando as misturas prontas de um dia pro outro, tenho gasto muito menos tempo para lavar e para secar meu cabelo (porque ele já seca de modo comportado, amém!).

Já deixo separada a quantidade de bicarbonato e de vinagre certinha no dia anterior (lavo o cabelo de manhã), cada uma em seu potinho específico (pode usar um pote só, mas para adiantar prefiro usar 2) e na hora do banho só completo com água, misturo bem a *bruxaria* e jogo no cabelo. Estou usando 2 garrafinhas de vidro de suco de uva que eu lavei e fervi especialmente para essa missão.

Parece que essa historia de No Poo já foi inclusive pauta de notícias por aqui. Taí uma coisa que podia virar moda…

O que eu posso dizer é que o risco valeu para mim! Por mais estranho que possa parecer, está funcionando (inclusive nos dias em que eu corro – nesses dias, faço 2 lavagens com bicarbonato e fica tudo certo!)

E aí? Tem coragem? ;)

Mais informações sobre o No Poo:
http://purelyprimalskincare.com/
http://realfoodliz.com/no-poo/
http://realfoodliz.com/no-poo-results/
http://purelyprimalskincare.com/skincare-saturday-why-isnt-no-poo-working-for-you/

Óleo de coco: 1001 utilidades

Não se assuste se em breve descobrirmos que óleo de coco é a única coisa que serve pra tudo! Cada dia que passa descubro mais uma forma de usar (e mais um motivo para amar) essa belezura:

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“Amor eterno amor verdadeiro” 😅

Por enquanto, é para isso que eu uso óleo de coco:

1 – na comida: comecei colocando em cima da salada de frutas, mas depois descobri que óleo de coco também é ótimo para fritar as coisas: bife, ovo, panquecas… hum, dá água na boca só de pensar!

2 – no café: tenho tomado um “bulletproof coffee” todo dia de manhã. É só colocar 1 colher de chá de óleo de coco em 1 xícara de café e misturar com um mixer. Além de ter aprendido a adorar o gosto, me sinto mega bem disposta depois de tomar e não sinto fome até a hora do almoço…

3 – no rosto: tenho feito a famosa “limpeza com óleo” com óleo de coco. Amo! Tira toda a maquiagem e a pele fica mega macia e hidratada.

4 – no corpo: porque é um ótimo óleo de banho! Também descobri que é anti bacteriano, então tem ajudado bastante nas minhas “bolinhas” nas costas. E é mais fácil usar um óleo só em vez de comprar vários diferentes 😉

5 – no couro cabeludo: meu couro cabeludo é mega oleoso e eu tenho caspa desde que nasci. Juro que nunca imaginei que colocar óleo na raiz do meu cabelo fosse melhorar o que já tem óleo de sobra, mas depois de testar na pele (e de toda a história de amor desde a primeira salada de frutas) tomei coragem de passar óleo de coco no cabelo. Não! Não ficou óleoso! Quer dizer, na hora ficou… mas foi só lavar com xampu normalmente pra ver quanta diferença! Meu cabelo tem ficado bem bonito e as *crostas* de caspa diminuíram bastante.

6 – pra bochechar: esse é o mais novo uso que achei pra ele. Antes de escovar os dentes, coloco um pouco de óleo de coco na boca e bochecho por alguns minutinhos. Depois, é só escovar os dentes normalmente. Sinto que meus dentes ficam muito limpos! E o gostinho também é ótimo…
Qual será o próximo uso? Se você souber de mais algum jeito de usar óleo de coco, me conta? Porque o amor só cresce mais a cada dia… ❤️

Como eu cheguei até aqui

Um dia, eu virei a louca que passa óleo de coco no rosto :P

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Brincadeirinha… Muita coisa aconteceu pra eu chegar até aqui. Hoje vou contar um pouco dessa história.

Há 15 anos atrás, fui diagnosticada com hérnia de hiato, o que me causava um refluxo insuportável. Solução: Omeprazol. Assim, eu passei 13 anos da minha (não muito longa até agora) vida, tomando um remédio de uso contínuo. E sem perspectiva de abandoná-lo nessa vida.

Só que um dos efeitos colaterais do Omeprazol é a formação de pólipos no estômago, o que, a princípio, não causa nenhum problema além de própria existência dessas “bolinhas do mal” =\

Até que há 2 anos atrás, o número e o tamanho desses pólipos, causados pelo remédio, chegaram a um nível ~tenso~ e a gastro mandou suspender o remédio. Assim. “Suspense e viva com isso”. Óbvio que não prestou e eu voltei imediatamente a passar mal. Imediatamente mesmo, na hora que saí do consultório e comi um sanduíche. Guardem esse dado: um sanduíche ¬¬

No lugar do Omeprazol, ganhei uma receita com outros 2 remédios paliativos ~mais fracos~ que eu deveria tomar apenas em casos de emergência. Como eu continuei comendo TUDO o que eu sempre comi normalmente, continuei a passar mal normalmente (isso também acontecia nos breves períodos que eu ficava sem tomar o remédio também). Conclusão: emergências e remédios paliativos sendo consumidos, em média, a cada 2 dias. Não tava nada bom.

Decidi que precisava mudar algo na minha alimentação. A primeira que me deu uma luz foi a minha homeopata: devia ser o conservantes e todas as químicas que tem no pão ~integral~ que eu comia. Comecei a comer um pão ~mais natural~ e sem conservantes, que até é muito bom, inclusive, chamado Pão do Bento. Mas cheguei à conclusão, sozinha, que meu limite era 1 fatia de Pão do Bento. 2 fatias e lá ia eu correndo pro anti-ácido! Mas o que eu iria comer no café da manhã se não comesse pão né? ;)

Daí minha psicóloga, outro anjo na minha vida, me indicou a nutricionista dela. Fui. Saí da 1ª consulta com um diagnóstico, baseado em dados completamente estranhos para mim, como o fato de eu ter caspa DESDE QUE ERA BEBÊ, cortes de papel no dedo que nunca cicatrizavam e intestino mais do que preguiçoso. Qual diagnóstico? De que era intolerante ao glúten. Lembram do sanduíche? Então… Comprei pão, biscoito, macarrão e massa de pizza sem glúten e, depois de um mês, nem precisava voltar na nutricionista para saber que o diagnóstico estava correto. Quando eu não comia glúten, ficava ótima; quando comia um pedaço de pizza (com glúten), passava mal.

Além disso, uma outra coisa foi chocante: parei de inchar na TPM. Assim. De cara. Sempre fiquei super inchada na TPM, era inclusive perceptível no espelho, sem contar que a calça jeans sempre ficava mais justa… Em média (sim, eu já tinha feito o teste e me pesado antes, durante e depois da TPM), ganhava 2kg nesse período! Depois voltava ao normal, mas nem essa certeza amenizava o desconforto (e o mau humor!) que esses 2kg provocavam.

Então, voltei na nutri e continuei seguindo religiosamente os conselhos dela por mais 2 anos.

O mais bizarro dessa história foi que eu voltei na gastro, contei que estava ótima, SEM REMÉDIO!, porque tinha parado de comer glúten e qual não foi a minha surpresa quando ela disse que isso era “EXAGERO” o_O e que eu devia voltar a comer O QUE ME FAZIA MAL (sobre esse assunto, leia isso) fuén fuén fuén…

De qualquer jeito, eu tenho cérebro e, antes mesmo de ler o blog do Teco Mendes, decidi que não ia voltar a comer o que, ESTAVA EMPIRICAMENTE PROVADO, me fazia mal.

Fiz muito bem.

Continuei sem precisar de remédios (quer dizer, quando não comia glúten – recaídas por motivo de pizza não eram raras) e sem ficar inchada na TPM.

Nesse meio tempo, fui me interessando cada vez mais por alimentação ~saudável~ e comecei a correr. E a acompanhar o Blog da Debs.

Até que vi a Debs falando no Instagram que estava fazendo uma tal de dieta Paleo… “Que diabos é isso?”, pensei, enquanto já digitava no Google e abria o blog do Teco (indicado pela Debs) na outra aba :P

Comecei a ler e achar que fazia sentido. Li “Barriga de Trigo”, “A Dieta da Mente”, “Por que Engordamos“, “Keto Clarity” e agora estou lendo “A Dieta dos nossos Ancestrais”. Também fuxiquei todos os blogs Paleo que encontrei no caminho (já listei alguns aqui).

No meio disso tudo, resolvi testar essa dieta que, por mais louca que parece à primeira vista, FAZ SENTIDO quando você começa a ler estudos científicos e relatos de pessoas que adotaram esse estilo de vida.

Tava de férias e não podia correr porque tinha machucado o pé (outra longa história que merece um post só para ela). Óbvio que estando de férias e não podendo me exercitar, ia engordar né? E, no meio do caminho, eu ia me empanturrar de bife de chorizo na Argentina! Então ia ser um bom teste.

Comecei pelo café da manhã. Adeus, pão sem glúten (meu orçamento agradeceu essa despedida). Olá, ovos! Preciso confessar que: eu não gosto de bacon. Nunca gostei. Nem um pouquinho. Inclusive, tentei gostar! Mas não funcionou. Então, meu café da manhã ia ser apenas ovos. Ótimo!

O almoço era fácil: carne e salada. Normal. Jantar também. Fácil.

Aí li sobre o tal do bulletproof coffee. Como é de praxe, achei esquisito. Mas minha relação com o óleo de coco já era estável, então resolvi testar também.

Tomei SÓ o tal do café com óleo de coco (manteiga no café é demais para mim – já experimentei mas não rola) e fui caminhar no calçadão (tinha sido liberada para caminhar, apenas). Não morri. Achei estranho, mas voltei viva e, o pior, SEM FOME! Fui almoçar às 16h esse dia, simplesmente porque “tinha que almoçar”.

Atualmente, treino normalmente (5-7km) 2 vezes por semanas com ~apenas~ um bulletproof coffee no estômago, que, pasmem!, NÃO DÓI MAIS! Mas depois sinto fome e devoro os 2 ovinhos de sempre ;)

Desde então, é óbvio que eu comi glúten em algumas ocasiões e, inclusive, brigadeiro (minha comida preferida do mundo, seguida de bife de chorizo, chorizo – a lingüiça – e picanha). Também bebi cerveja. E é óbvio que eu passei mal, em algumas (poucas) dessas ocasiões. Mas, em geral, estou mais disposta, continuo não ficando inchada e não tomo mais remédio para o estômago (me lembro de ter tomado um “anti-ácido” natural – recomendado pela nutri – numa emergência esse mês, mas nem me lembro quando tomei outro desses antes).

Se emagreci? Sim, 2kg. E está ótimo, até porque emagrecer não era o objetivo. O foco era mesmo a saúde, principalmente porque na minha família temos casos de câncer, diabetes, demência e síndrome de Tourrette, algumas das doenças que podem ser evitadas com esse tipo de alimentação Paleo/Low Carb.

Por falar em Low Carb, gostaria apenas de deixar claro que eu como carboidratos: além de frutas e vegetais, como raízes, tipo aipim e batata doce, que eu amo <3

Bem, convencida de que deveria comer COMIDA DE VERDADE, fica mais fácil se convencer a usar produtos de beleza de verdade também, né? ;)

E aqui estou eu. Descobrindo o mundo dos cosméticos naturais junto com o mundo da comida de verdade. Que viagem :P

P.S.: Ontem a nutricionista Lara Nesteruk deu uma entrevista bastante esclarecedora sobre a Dieta Paleo na TV Gazeta. Você pode assistir aqui.